quarta-feira, 20 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Gabarito da UERJ
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) divulgou, no início da tarde deste domingo (17), o gabarito oficial do primeiro exame de qulalificação do vestibular. A prova teve início às 9h deste domingo e, segundo o Departamento de Seleção Acadêmica da Uerj, 78.044 dos 84.114 candidatos inscritos compareceram ao exame. O índice de abstenção foi de 7,21%.
A Uerj é a única universidade pública do Rio de Janeiro que mantém seu próprio vestibular. As demais (UFRJ, UFF e Unirio) adotaram o Enem como processo seletivo.
Vestibular da Uerj (Foto: Lilian Quaino/G1)Os candidatos tiveram que responder a 60 questões de múltipla escolha agrupadas em três areas: linguagens e códigos, ciências da natureza e matemática e ciências humanas. A pontuação dos candidatos varia de acordo com o número de questões acertadas.
De acordo com o edital, o candidato que acertar mais de 70% das perguntas ganha conceito A e leva 20 pontos para a segunda fase, quando é feito o exame discursivo. De 60% até 70% ganha conceito B (15 pontos), de 50% até 60 ganha C (10 pontos) e de 40% a 50% ganha D (5 pontos). Serão reprovados os candidatos que acertarem menos de 40% das questões.
A lista de candidatos aprovados para a segunda fase sairá em 25 de junho. O segundo exame de qualificação terá as inscrições abertas de 3 a 25 de julho. A prova será no dia 16 de setembro.
O candidato pode fazer os dois exames de qualificação e usar o melhor desempenho para a etapa final. A segunda fase terá provas de língua portuguesa e redação, além de duas provas de disciplinas específicas para o curso escolhido pelo candidato.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Mudanças no ENEM
Mudanças no Enem
As mudanças nesta edição dizem respeito, principalmente, à correção da redação: a nota mínima que autoriza uma nova avaliação do texto foi reduzida e se criou a figura da banca de avaliadores. Além disso, será possível ver a redação corrigida, porém, sem possibilidade de recurso por parte do estudante. O ministério também anunciou que vai divulgar, em julho, o "Guia do Participante", com exemplos de redação "de excelência" e explicações sobre a metodologia da correção.
Redação
Ainda não me decidi VotarResultado parcialNa prova deste ano, dois corretores, a princípio, olham a redação do candidato. Se a diferença entre a nota final deles for superior a 200 pontos na nota total ou de 80 pontos em cada uma das competências, um terceiro corretor entra em cena. A nota final será a média aritmética simples das menções “mais próximas”.
Caso a discrepância permaneça, uma banca, formada por três avaliadores, corrige novamente o texto. Ela, então, determina a nota final do candidato.
Na prática, o processo ocorre assim: se o corretor A, por exemplo, deu a um candidato nota 95 para a competência 1 (demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita) e o corretor B deu nota 180, a redação será automaticamente corrigida pelo terceiro avaliador, já que a diferença entre as duas menções será de 85.
São cinco competências e cada uma vale 200 -1.000 é a nota máxima na redação. Se as duas notas finais (a soma das cinco competências) tiveram uma diferença superior a 200 pontos entre os dois avaliadores, o terceiro corretor também atua. Em persistindo a discrepância, o texto vai para a banca.
As mudanças nesta edição dizem respeito, principalmente, à correção da redação: a nota mínima que autoriza uma nova avaliação do texto foi reduzida e se criou a figura da banca de avaliadores. Além disso, será possível ver a redação corrigida, porém, sem possibilidade de recurso por parte do estudante. O ministério também anunciou que vai divulgar, em julho, o "Guia do Participante", com exemplos de redação "de excelência" e explicações sobre a metodologia da correção.
Redação
Ainda não me decidi VotarResultado parcialNa prova deste ano, dois corretores, a princípio, olham a redação do candidato. Se a diferença entre a nota final deles for superior a 200 pontos na nota total ou de 80 pontos em cada uma das competências, um terceiro corretor entra em cena. A nota final será a média aritmética simples das menções “mais próximas”.
Caso a discrepância permaneça, uma banca, formada por três avaliadores, corrige novamente o texto. Ela, então, determina a nota final do candidato.
Na prática, o processo ocorre assim: se o corretor A, por exemplo, deu a um candidato nota 95 para a competência 1 (demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita) e o corretor B deu nota 180, a redação será automaticamente corrigida pelo terceiro avaliador, já que a diferença entre as duas menções será de 85.
São cinco competências e cada uma vale 200 -1.000 é a nota máxima na redação. Se as duas notas finais (a soma das cinco competências) tiveram uma diferença superior a 200 pontos entre os dois avaliadores, o terceiro corretor também atua. Em persistindo a discrepância, o texto vai para a banca.
ENEM - Encerramento das inscrições
Enem 2012 encerra inscrições às 23h59 desta sexta-feira; taxa pode ser paga até dia 20ComenteDo UOL, em São Paulo
As inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012 acabam nesta sexta-feira (15). Os candidatos interessados devem acessar o site da prova até as 23h59 (horário de Brasília) de hoje. O pagamento da taxa de inscrição poderá ser realizado até o dia 20 de junho. Até as 20h desta de quinta (14), 5 milhões de candidatos já haviam feito inscrição.
As inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012 acabam nesta sexta-feira (15). Os candidatos interessados devem acessar o site da prova até as 23h59 (horário de Brasília) de hoje. O pagamento da taxa de inscrição poderá ser realizado até o dia 20 de junho. Até as 20h desta de quinta (14), 5 milhões de candidatos já haviam feito inscrição.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
ATENÇÃO !!! PROBABILIDADES DO ENEM
A Universia Brasil conversou com a professora do cursinho pré-vestibular Oficina do Estudante, Angela Dauch, e a mesma assegura: “é praticamente impossível que os vestibulares ignorem este movimento”. Já sobre o Enem ela afirma: “o provão é muito marcado pelos assuntos de desenvolvimento sustentável, meio ambiente e ecologia”.
Em análise realizada pela própria Universia, ecologia e meio-ambiente são assuntos que estão entre os 5 mais cobrados pelo Enem. E já que estes dois temas são bastante demandados, em ano de Rio+20, a tendência é que o evento seja pano de fundo para muitas questões.
Pedimos à professora alguns palpites sobre como questões que envolvem a conferência podem estar presentes no Enem e nos vestibulares. Confira os palpites de Ângela Dauch:
Rio+20 no Enem e nos vestibulares: 1- Ecossistemas
“É provável encontrarmos questões que exijam conhecimento sobre a natureza. Por isso, perguntas sobre ciclos (o do carbono e o do nitrogênio), estruturas e funcionamento de ecossistemas e interações ecológicas (parasitismo, mutualismo, etc) são prováveis no Enem e nos vestibulares”, explica a professora.
Rio+20 no Enem e nos vestibulares: 2- Energia
“É um tema muito forte nos vestibulares, assim como na Rio+20. As palestras envolvem muitas discussões sobre energia limpa e poluição. Por isso, reações de queimas de combustíveis fósseis, do biodiesel, do etanol são essenciais. Além disso, é importante dominar a parte energética da bioquímica. Portanto, é recomendável que os candidatos estudem a equação geral da fotossíntese, da respiração celular, da fermentação lática e, principalmente, alcoólica (da onde vem o etanol, energia mais ‘limpa’).”
Rio+20 no Enem e nos vestibulares: 3- Biomas
“Esta matéria é interessante porque ‘conversa’ com a geografia. É importante conhecer os biomas de cada região brasileira: mata atlântica, caatinga, cerrado, pantanal, etc. Deste assunto também derivam as queimadas e o extrativismo florestal. Não só basta conhece-los, como também saber o que fazer para preservar estes biomas.”
Rio+20 no Enem e nos vestibulares: 4- Responsabilidade sócio-ambiental
“Este assunto engloba a competência de ser cidadão. Além do mais, estas questões são privilegiadas pelo TRI, pois o Enem quer pessoas conscientes nas universidades. Por isso, ele testará se o candidato está apto a responder a perguntas do dia-a-dia sobre reciclagem, economia de energia, consumismo exagerado, qual opção é ecologicamente mais responsável. Ou seja, ele cobra uma postura social do estudante.”
Rio+20 no Enem e nos vestibulares: 5- Inclusão social
“A Rio+20 não fala só de meio-ambiente, tampouco os vestibulares. Estão na agenda de discussão assuntos como combate à fome e inclusão social. É um assunto mais voltado à geografia política, mas que pode, sim, ser cobrado no Enem e vestibulares. Esses problemas só serão resolvidos com a conscientização global pelo outro. Tomando a fome como exemplo, toneladas de alimentos são queimados em vez de distribuídos pelos grandes produtores em virtude da busca ao lucro. Os governos do Lula e, em seguida, o da Dilma têm trabalhado esta questão, a qual pode estar presente nas provas espalhadas pelo País. A inclusão social é essencial e está cada vez mais claro que a responsabilidade dos habitantes do planeta não deve ser apenas ambiental, porém, sócio-ambiental; uma vez que não adianta mudar o meio-ambiente se o homem não respeita ele próprio”, finaliza a professora.
Em análise realizada pela própria Universia, ecologia e meio-ambiente são assuntos que estão entre os 5 mais cobrados pelo Enem. E já que estes dois temas são bastante demandados, em ano de Rio+20, a tendência é que o evento seja pano de fundo para muitas questões.
Pedimos à professora alguns palpites sobre como questões que envolvem a conferência podem estar presentes no Enem e nos vestibulares. Confira os palpites de Ângela Dauch:
Rio+20 no Enem e nos vestibulares: 1- Ecossistemas
“É provável encontrarmos questões que exijam conhecimento sobre a natureza. Por isso, perguntas sobre ciclos (o do carbono e o do nitrogênio), estruturas e funcionamento de ecossistemas e interações ecológicas (parasitismo, mutualismo, etc) são prováveis no Enem e nos vestibulares”, explica a professora.
Rio+20 no Enem e nos vestibulares: 2- Energia
“É um tema muito forte nos vestibulares, assim como na Rio+20. As palestras envolvem muitas discussões sobre energia limpa e poluição. Por isso, reações de queimas de combustíveis fósseis, do biodiesel, do etanol são essenciais. Além disso, é importante dominar a parte energética da bioquímica. Portanto, é recomendável que os candidatos estudem a equação geral da fotossíntese, da respiração celular, da fermentação lática e, principalmente, alcoólica (da onde vem o etanol, energia mais ‘limpa’).”
Rio+20 no Enem e nos vestibulares: 3- Biomas
“Esta matéria é interessante porque ‘conversa’ com a geografia. É importante conhecer os biomas de cada região brasileira: mata atlântica, caatinga, cerrado, pantanal, etc. Deste assunto também derivam as queimadas e o extrativismo florestal. Não só basta conhece-los, como também saber o que fazer para preservar estes biomas.”
Rio+20 no Enem e nos vestibulares: 4- Responsabilidade sócio-ambiental
“Este assunto engloba a competência de ser cidadão. Além do mais, estas questões são privilegiadas pelo TRI, pois o Enem quer pessoas conscientes nas universidades. Por isso, ele testará se o candidato está apto a responder a perguntas do dia-a-dia sobre reciclagem, economia de energia, consumismo exagerado, qual opção é ecologicamente mais responsável. Ou seja, ele cobra uma postura social do estudante.”
Rio+20 no Enem e nos vestibulares: 5- Inclusão social
“A Rio+20 não fala só de meio-ambiente, tampouco os vestibulares. Estão na agenda de discussão assuntos como combate à fome e inclusão social. É um assunto mais voltado à geografia política, mas que pode, sim, ser cobrado no Enem e vestibulares. Esses problemas só serão resolvidos com a conscientização global pelo outro. Tomando a fome como exemplo, toneladas de alimentos são queimados em vez de distribuídos pelos grandes produtores em virtude da busca ao lucro. Os governos do Lula e, em seguida, o da Dilma têm trabalhado esta questão, a qual pode estar presente nas provas espalhadas pelo País. A inclusão social é essencial e está cada vez mais claro que a responsabilidade dos habitantes do planeta não deve ser apenas ambiental, porém, sócio-ambiental; uma vez que não adianta mudar o meio-ambiente se o homem não respeita ele próprio”, finaliza a professora.
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